Lição 4 – Jesus e a Mulher Samaritana

LIÇÃO 4 – JESUS E A MULHER SAMARITANA

EM ÁUDIO

 

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Proporcione aos alunos a compreensão da rivalidade entre judeus e samaritanos para que eles possam entender o porquê de João ter preferido citar o grupo étnico dessa mulher em vez do seu próprio nome.

Após a morte de Salomão, o reino de Israel foi dividido em Reino do Norte, cuja capital era Samaria, e Reino do Sul. 700 anos antes de Cristo, o Reino do Norte acabou, pois foi tomado e alguns de seus habitantes deportados para a Assíria, mas alguns dos que ficaram se envolveram em casamentos pagãos, como isso era proibido pela Lei de Moisés, os judeus do Reino do Sul perderam pelos samaritanos o sentimento de irmão. Sendo assim, na lente judaica, aquela mulher não merecia receber salvação.

 

OBJETIVOS

  • Aceitar que a salvação não tem fronteiras.
  • Aderir às estratégias de Jesus de evangelização.
  • Causar impacto por meio da evangelização.

 

PARA COMEÇAR A AUIA

Na leitura bíblica em classe, dê uma atenção especial para ausência dos discípulos no encontro de Jesus com a samaritana (Jo 4.8) – pois nesse momento, eles tinham ido à cidade. Esse acontecimento foi proporcionado por Jesus, pois este sabia que os discípulos não consideravam os samaritanos dignos de salvação, bem como compunham uma sociedade machista; e ela era mulher e samaritana. Desse modo, provavelmente, os seguidores atrapalhariam aquela conversa que gerou salvação àquela mulher.

 

PALAVRAS-CHAVE

Salvação • Estratégia • Impacto

 

 

RESPOSTAS

1)        Racial, cultural e religiosa.

2)        Despertar a necessidade de salvação do ouvinte.

3)        Abandonar o cântaro, proclamar o Messias e fazer um convite veemente.

 

 

LEITURA COMPLEMENTAR

Antes de prosseguir na exposição do texto, precisamos falar sobre a origem do povo samaritano. Com a morte do rei Salomão em 931 a.C., Israel foi dividido em dois reinos. Das doze tribos, dez seguiram a liderança cismática de Jeroboão I, formando o que conhecemos como Israel, ou Reino do Norte, distinto de Judá, ou Reino do Sul. O rei Onri chamou a capital do Reino do Norte de Samaria (1Rs 16.24). Esse reino durou 209 anos e teve 19 reis em 8 diferentes dinastias. Nenhum desses reis andou com Deus. Em 722 a.C., o Reino do Norte foi levado cativo pela Assíria. Sargão II deportou os israelitas de posses e povoou a terra com estrangeiros, os quais se casaram com os israelitas sobreviventes, formando um povo racialmente híbrido e religiosamente sincrético. Em 586 a.C., o Reino do Sul também foi levado para o cativeiro, dessa feita pela Babilônia. Depois de setenta anos, os judeus retornaram à sua terra para reconstruir o templo e reedificar a cidade de Jerusalém. Os samaritanos tentaram fazer aliança com os judeus que retornaram, mas foram rejeitados não por questão racial, mas por sua apostasia religiosa. Os samaritanos, então, enciumados, fizeram de tudo para atrapalhar a reconstrução do templo (Ed 3 e 4). Esse ódio dos samaritanos continuou. Quando mais tarde, por volta do ano 444 a.C., Neemias veio da Babilônia com o propósito de reconstruir os muros de Jerusalém, os samaritanos tornaram-se seus principais inimigos (Ne 4.1,2). Por volta do ano 400 a.C., os samaritanos erigiram um templo rival no monte Gerizim; e esse templo, no final do século 2 a.C., foi destruído por João Hircano, o governador asmoneu da Judeia. Essa combinação de eventos estimulou uma ferrenha animosidade entre judeus e samaritanos. Nos dias de Jesus, esse muro de separação, essa parede de inimizade entre judeus e samaritanos, era uma barreira intransponível. Esse é o pano de fundo dessa passagem.

Concordo com D. A. Carson quando ele diz que João talvez tivesse a intenção de fazer um contraste entre a mulher dessa narrativa e o Nicodemos do capítulo 3. Nicodemos era um erudito, poderoso, respeitado, ortodoxo, teologicamente preparado; a samaritana era inculta, sem influência, desprezada, capaz somente de praticar uma religião popular. Ele era um homem, um judeu, um líder; ela era uma mulher, uma samaritana, uma pária moral. E ambos necessitavam de Jesus.

Livro: “João: As Glórias do Filho de Deus” (Hernandes Dias Lopes, Editora Hagnos Ltda, 2015, São Paulo-SP, págs, 89-90).

 

LIÇÃO 4: JESUS E A MULHER SAMARITANA

 

TEXTO ÁUREO

Aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna. Jo 4.14

 

VERDADE PRÁTICA

Um verdadeiro encontro com Jesus é capaz de quebrar barreiras e impactar aqueles que estão ao nosso redor.

 

 

DEVOCIONAL DIÁRIO

Segunda – Jo 4.43.44 Um profeta não tem honra em sua pátria

Terça – Jo 4.45,46 Jesus transforma a tristeza em alegria

Quarta – Jo 4.47,48 Jesus não vai deixar a sua história morrer

Quinta – Jo 4.49,50 Creia na palavra de Jesus

Sexta – Jo 4.51,52 Jesus sabe a hora certa de operar o milagre

Sábado – Jo 4.53 A sua casa também vai crer no Senhor

 

 

LEITURA BÍBLICA

João 4.6-13

6          Estava ali a fonte de Jacó. Cansado da viagem, assentara-se Jesus junto à fonte, por volta da hora sexta.

7          Nisto, veio uma mulher samaritana tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber

8          Pois seus discípulos tinham ido à cidade para comprar alimentos.

9          Então, lhe disse a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana (porque os judeus não se dão com os samaritanos)?

10       Replicou-lhe Jesus: Se conheceras o dom de Deus e quem é o que te pede: dá-me de beber; tu lhe pedirias, e ele te daria água viva

11       Respondeu-lhe ela: Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde, pois, tens a água viva?

12       És tu, porventura, maior do que Jacó, o nosso pai, que nos deu o poço, do qual ele mesmo bebeu, e, bem assim, seus filhos, e seu gado?

13       Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede;

Texto Completo: Jo 4.1-42 Hinos da Harpa: 360 – 456

 

 

JESUS E A MULHER SAMARITANA

 

 

ORGANIZAÇÃO DA REVISTA:

INTRODUÇÃO

 

I. SALVAÇÃO SEM FRONTEIRAS 

  1. A barreira racial Jo 4.9
  2. A barreira cultural Jo 4.27
  3. A barreira religiosa Jo 4.20

 

II. AS ESTRATÉGIAS DE JESUS

  1. Despertar curiosidade Jo 4.7-12
  2. Despertar a necessidade Jo 4.13-18
  3. Despertar a fé verdadeira Jo 4.19-26

 

III.     O IMPACTO EVANGELÍSTICO

  1. Na mulher samaritana Jo 4.28-30
  2. Na vida dos discípulos jo4.27,31-38
  3. Na região de Samaria Jo 4.39-42

 

 

APLICAÇÃO PESSOAL

 

INTRODUÇÃO

Após um diálogo com um doutor da lei, Jesus conversa com uma mulher samaritana. O contraste é gritante. Aquela mulher era o total oposto de Nicodemos. Ambos, porém, precisavam de Jesus e foram alvos do Seu amor. O Mestre nos ensina, através do Seu exemplo, importantes estratégias para alcançar uma pessoa, quebrando barreiras e superando preconceitos. Seu discurso apaixonante faz surgir a chama missionária que fará com que uma mulher leve toda a sua cidade a conhecer o Salvador do mundo.

 

I. SALVAÇÃO SEM FRONTEIRAS

Em sua jornada da Judeia em direção à Galileia, Jesus opta por passar pela província de Samaria, caminho mais curto, mas frequentemente evitado por causa de barreiras históricas intransponíveis entre judeus e samaritanos. Jesus, porém, derrubou todas elas. Vejamos:

  1. A barreira racial (4.9). A inimizade entre judeus e samaritanos tem sua origem na cisão de Israel em dois reinos, após a morte do rei Salomão. Das doze tribos, dez seguiram a liderança de Jeroboão I, formando o Reino do Norte, distinto do Reino do Sul. Samaria era a capital deste reino (1Rs 16.24) que durou 209 anos e teve 19 reis, todos ímpios. Quando o Reino do Norte foi levado cativo pela Assíria, suas terras foram povoadas por estrangeiros, que se casaram com os israelitas sobreviventes, os quais incorporaram seus costumes e rituais religiosos.

Em 586 a.C., o Reino do Sul também foi levado cativo, retornando após 70 anos para reedificar Jerusalém e o Templo. Os samaritanos tentaram fazer aliança com eles, mas foram rejeitados por sua apostasia religiosa. Então, fizeram de tudo para atrapalhar a reconstrução (Ed 3 e 4; Ne 4.1,2) e ainda erigiram um templo rival no monte Gerizim, o qual foi destruído no final do século 2 a.C. pelo governador da Judeia, alimentando ainda mais o ódio entre os dois povos.

A desavença entre os dois povos já passava dos 500 anos. Eles não se falavam, nem bebiam nos mesmos vasos. No entanto, ignorando o conflito histórico, Jesus conversou com a samaritana e ainda pediu que ela pegasse um pouco de água utilizando o seu vaso, sinalizando o rompimento do nacionalismo e a universalidade do Evangelho.

  1. A barreira cultural (4.27). A mulher samaritana tinha uma vida reprovável. Teve cinco maridos e agora vivia com um amante. Era desprezada. Ademais, um rabino jamais podería conversar com uma mulher em público. A quebra dessa regra podia significar o fim da reputação de Jesus. Porém, para Ele, a alma daquela mulher era mais valiosa do que tudo isto.
  1. A barreira religiosa (4.20). Os samaritanos tinham uma religião misturada e herética. Diziam que o monte Gerizim era o lugar da verdadeira adoração, enquanto os judeus adoravam no Templo em Jerusalém. Eles rejeitavam o Antigo Testamento, com exceção do Pentateuco. Esse era o pano de fundo religioso da conversa. Jesus, porém, supera mais essa barreira quando revela a natureza da verdadeira adoração.

 

II. AS ESTRATÉGIAS DE JESUS

 

Charles Erdman fala sobre algumas estratégias de Jesus para salvar a mulher samaritana. São elas:

  1. Despertar curiosidade (4.7-12). Jesus fez um ponto de contato com aquela mulher pedindo-lhe um pouco de água. Não a desprezou por ser mulher ou samaritana, mas a olhou com simpatia. Não a julgou ou condenou, apesar de conhecer seu passado. John Charles Ryle explica: “É em vão esperar que as pessoas venham a nós em busca de conhecimento. Nós devemos começar por elas. Devemos entender qual é o melhor acesso ao coração delas”.

A mulher samaritana, vendo que Jesus era judeu, trouxe à baila todo aquele histórico conflituoso entre os dois povos. Diante das dificuldades levantadas por ela para dar água a Jesus, este lhe mostrou que era ela quem precisava de água, a água da vida.

A mulher samaritana talvez não esperasse nada de Deus. Estava desiludida. Por isso, Jesus tocou no nervo exposto de sua curiosidade: “Se conheceras (…) não conheceis”. Essa fala de Jesus aguçou na mulher o desejo de saber quem era aquele interlocutor. Seria ele maior do que Jacó, o doador do poço? Quem pretendia ser?

  1. Despertar a necessidade (4.13-18). Jesus foi categórico ao declarar: “Aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede”. A água do poço de Jacó não satisfaz para sempre, assim como as coisas deste mundo. Concordo com Charles Erdman quando diz: “Satisfação era exatamente aquilo a que essa pobre mulher aspirava. Atrás disso andara toda a vida, e nessa busca não respeitara nem as leis de Deus, nem as dos homens. Entretanto, continuava sedenta; e a sede nunca seria satisfeita, senão quando achasse em Cristo o Senhor e Salvador pessoal”. Jesus ofereceu-lhe uma fonte de águas refrescantes, que jorraria de dentro dela para a vida eterna. “Preciso desesperadamente disso!”, pensou, ao pedir daquela água a Jesus Jo 4.15.

Diante da ansiedade da mulher, Jesus faz uma transição radical na conversa: “Vai, chama teu marido e vem cá” (4.16). Essa era a melhor maneira de lembrá-la de sua vida imoral. Não há salvação sem arrependimento. Não há arrependimento sem consciência do pecado. Nenhum pecador desejará o remédio da graça até se reconhecer como doente. Com esse comando, Jesus estava preparando o coração da mulher para receber o dom de Deus (4.14-16).

A mulher samaritana dá uma resposta verdadeira, mas incompleta. Sua intenção era evitar qualquer outra investigação nessa área sensível de sua vida, ao mesmo tempo em que disfarçava a culpa e o sofrimento. Jesus elogiou sua sinceridade formal, mas revelou aquilo que a mulher tentava ocultar. Ela percebeu que Jesus conhecia sua vida e reconheceu que estava diante de um profeta.

  1. Despertar a fé verdadeira (4.19-26). A conversa havia se tornado um pouco incômoda. Quando Jesus tocou no seu pecado, a mulher mudou de assunto, passando a uma discussão teológica sobre o local correto para a adoração. É mais fácil discutir teologia do que enfrentar os próprios pecados.

Jesus retoma o foco da conversa e derruba de vez a barreira religiosa revelando que o importante não é onde, mas como e quem adorar. Apesar de afirmar que a salvação vem dos judeus, não é ao judaísmo que os samaritanos deveriam ser convertidos, nem precisariam fazer peregrinações a Jerusalém para adorar. Lá Jesus também não encontrou “verdadeiros adoradores”. A casa de Seu Pai virara um comércio. Os verdadeiros adoradores não são identificados por sua ligação com um santuário particular, mas são aqueles que adoram o Pai em espírito e em verdade.

A mulher menciona o Messias que havia de vir. Então, Jesus diz: “Eu o sou, eu que falo contigo”. A declaração “sou eu” lembra a própria revelação de Deus a Moisés (Êx 3.14). Quando ouviu a revelação, a mulher largou o seu cântaro e correu à cidade para contar a boa nova.

 

 

III. O IMPACTO EVANGELÍSTICO

  1. Na mulher samaritana (4.28-30). A transformação da mulher samaritana pode ser confirmada por suas atitudes, como vemos a seguir:a) Ela abandona o seu cântaro (4.28a). O que ela foi buscar não tinha mais importância, pois havia encontrado a Água da Vida. Quem encontra Jesus tem pressa em compartilhar a boa nova com todos.

b) Ela proclama publicamente o Messias (4.28b-30). No dia de sua conversão, ela se tornou uma missionária. Até então, essa mulher, provavelmente, fazia de tudo para passar despercebida. Agora, porém, anunciava altissonantemente o Messias, sem constrangimento ou temor.

c) Ela faz um convite veemente (4.29). Sabiamente, a mulher diz: Vinde. Ela não perdeu tempo com argumentos confusos; antes, conclamou à verificação. Desejava que todos bebessem da mesma água viva. O resultado foi surpreendente: muitas pessoas a seguiram até o Messias anunciado.

  1. Na vida dos discípulos (4.27,31-38). Quando os discípulos retornaram com a comida que Jesus havia lhes ordenado comprar, ficaram escandalizados por vê-lo conversando com uma mulher samaritana, apegando-se aos preconceitos da época. Na agenda deles, não havia espaço para compartilhar as boas novas com uma mulher, muito menos na hora do almoço.

Aproveitando o fato de a samaritana ter se ausentado, os discípulos rogam: “Rabi, come!” Jesus, no entanto, fala como se já tivesse algo melhor para comer. Os discípulos, confusos, se perguntam: “Ter-lhe-ia, porventura, alguém trazido o que comer?” Mas Jesus lhes declarou que se alimentava prioritariamente de fazer a vontade do Pai (4.32,34).

Uma cidade estava vindo ao encontro de Jesus, e os discípulos deveriam entender que aquele era um momento de colheita para o Reino. Nenhuma necessidade era mais urgente. Então, Jesus os conclama a exercitar sua visão espiritual e contemplar os campos já prontos para a colheita (4.35), mesmo que eles achassem que o tempo ainda estava longe. É como se Jesus estivesse dizendo: “Vocês acham que deve existir certo intervalo entre a semeadura e a colheita, mas eu lhes digo que acabei de semear a semente, e a colheita já está acontecendo”.

Nós também não podemos nos acomodar. Precisamos ter a visão de que, sem Cristo, o ser humano está perdido, e que a obra de Deus precisa ser realizada agora. Se perdermos a nossa geração, perderemos o tempo da nossa oportunidade.

  1. Na região de Samaria (4.39- 42). Em resposta ao convite da mulher samaritana, muitos samaritanos foram encontrar-se com Cristo. Jesus, por insistência daquelas pessoas, permaneceu entre eles apenas dois dias. Não operou ali nenhuma cura ou sinal, mas o milagre da salvação raiou na cidade samaritana, e muitos foram salvos. Primeiramente, pelo testemunho da mulher samaritana. Mas eles não se deram por satisfeitos, e foram conhecer o Messias pessoalmente (4.41,42). E, ao ouvi-lo, muitos outros também abraçaram a fé, crendo agora não pelo relato daquela mulher, mas por sua experiência pessoal com o Senhor, dando-lhes a plena convicção de que Jesus verdadeiramente é o Salvador do mundo. Este pode ser considera do o primeiro evangelismo transcultural, exemplo do padrão a ser segui do posteriormente pelos apóstolos e pela Igreja (At 1.8).

APLICAÇÃO PESSOAL

Jesus derrubou barreiras culturais, raciais e religiosas para alcançar uma alma que necessitava ser saciada. Devemos desenvolver o mesmo amor pelas almas demonstrado pelo Senhor e impactar as pessoas ao nosso redor com o nosso testemunho, como a mulher samaritana.

 

RESPONDA

1)        Cite três barreiras que Jesus quebrou para salvar a mulher samaritana.

2)        Explique alguma estratégia para oferecer salvação que você aprendeu nesta lição.

3)        Quais foram as atitudes que confirmaram a transformação da mulher samaritana?

 

 

VOCABULÁRIO

  • Apostasia: abandono premeditado e consciente da fé cristã.
  • Cisão: cortar relações. Divisão de um grupo por divergências políticas ou ideológicas; ato de cindir.
  • Herética: prática contrária a um dogma religioso estabelecido.